Clube Dores

Tem novidade na praia: rapel

Publicada em 17 de março de 2016.

A implantação da atividade de rapel na Praia Park requer muita técnica e implantação de procedimentos de trabalho para evitar quaisquer erros. O projeto para o funcionamento da atividade é selecionar e treinar colaboradores com aptidão para tal trabalho, deixando-os exclusivos nesta atividade.
No treinamento, serão ensinadas técnicas de rapel e regate em altura, análise e vistoria de equipamentos, procedimentos de trabalho e postura, entre outras técnicas necessárias.

Como funcionará o rapel?
Na saída do rapel ficarão dois colaboradores, que irão fazer o controle dos usuários e a vistoria na colocação dos equipamentos para a descida. Ambos permanecerão o tempo todo de cinto ancorado, para evitar uma possível queda, aptos também para uma intervenção se necessário com o intuito de resgatar o praticante da atividade.
Um terceiro colaborador ficará posicionado abaixo do rapel. Sua função será dar segurança ao associado que tiver descendo e ajudar na retirada do equipamento.
Por tratar de um rapel negativo, no qual o praticante não terá contato com a parede e uma altura considerada radical, o Clube estipulará a idade mínima para a prática em 12 anos, com peso máximo de 110 quilos. Além destas, existem restrições médicas, como cirurgias recentes, problemas na coluna, problemas ou restrições de locomoção, gravidez, labirintite e problemas cardíacos ou de pressão.
No dia 11 de fevereiro, os primeiros testes foram feitos. Na foto, o técnico em Seguraça do Trabalho do Dores, Rodrigo Cezar Silva, faz a descida.

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