Clube Dores

Mesmo à distância, sempre Dorense

Publicada em 14 de setembro de 2016.

Andréia Henzel é associada desde 1999, ano em que foi contratada pelo Dores para trabalhar como monitora de patinação e recreacionista. Desde então, entre idas e vindas, a dorense se afastou geograficamente algumas vezes, mas nunca perdeu o apreço pelo Clube.

A associada deixou Santa Maria há quatro anos, mas nunca se afastou do Clube. Além do amor que sente pelo Dores, ela é usuária assídua do convênio da Fenaclubes (Federação Nacional dos Clubes), que reúne 25 clubes em todo o país. Através desse, Andréia utiliza as dependências do Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, e, quando visita a cidade do coração, Santa Maria, usufrui do Clube Dores.

Para saber mais sobre os motivos que levaram-na a continuar associada, mesmo longe, e como ela aproveita o convênio da Fenaclubes, a Dorense em Revista bateu um papo com Andréia. Confira!

Dorense em Revista – Quando e em que circunstâncias tu saiste de Santa Maria e por que continuaste vinculada ao Clube?
Andréia Henzel – Eu solicitei licença quando fui morar nos EUA, em 2010 (fui para fazer o doutorado sanduíche como bolsista do CNPq). Quando retornei em 2011 eu reativei, pois morei em Santa Maria ainda até outubro de 2012. A partir desse período, eu vim morar em Novo Hamburgo, pois fui contratada pela Universidade Feevale. Mantive o pagamento da mensalidade pois meu título não tem valor de venda. Se eu parar de pagar deixo de ser associada e isso seria lastimável, pois amo de paixão o Clube Dores.


DeR – Aqui vou te pedir uma explicação um pouco mais detalhada: como tu usas o convênio com os outros clubes?
Andréia – Eu utilizo o convênio para usufruir do Grêmio Nautico União - POA, principalmente o do bairro Moinhos de Vento. Utilizo nos finais de semana na proporção que eu posso, sábados ou domingos, unicamente. Utilizo a sauna e no verão as piscinas.


DeR – Desde a inauguração do Praia Park chegaste a visitar o Dores?
Andréia – Sim fui em fevereiro deste ano, nas minhas férias. Amei, perfeito, maravilhoso, parabéns ao clube por um investimento desse. Está de parabéns. Quando morava em Santa Maria curtia muito sauna, academia, piscinas, quadras de vôlei e de tênis, pista de corrida, churrasqueiras... enfim. Tenho muitos amigos em Santa Maria, pois morei em Santa Maria de 1999 a 2012. Vivi grande parte da minha vida aí, [logo] tenho muitos amigos, conhecidos.
Fiz cursinho, faculdade de Medicina Veterinária, mestrado e doutorado em Virologia Veterinária na UFSM; além desse circulo de amizades tive o da patinação e do Carnaval do Clube Dores, pois fui garota Xamego em 2001.


DeR – O que tu mais gostas no Dores?
Andréia – Eu gosto de tudo do Clube, não sei o que gosto mais. O Clube Dores é um clube sério, organizado, além de toda a infraestrutura e beleza. A limpeza e higiene como as do Clube Dores você não encontra em lugar algum. Sou suspeita em dizer, pois sou dorense de coração. Sou grata por ter tido a oportunidade de trabalhar no clube e hoje continuar com o título e manter o status de associada.


DeR – Tem alguma situação interessante,inusitada ou engraçada, envolvendo tua relação com o Clube?
Andréia – Durante o período da escola de patinação, nossa equipe pode participar de eventos esportivos, abertura de jogos (não lembro qual , talvez a Adriana Correia [gerente de esporte] saiba informar), assim como idas à Sogipa em Poa e uma apresentação em Cachoeirinha. Tínhanmos uma equipe bem unida e harmoniosa. As mães das alunas eram participativas e vestiam a camiseta como ninguém. Não tenho como citar nomes pois a participação era unânime. No entanto, acredito que o momento mais importante e descontraído que nossa equipe vivenciou foi a vinda dos italianos, via Associação Italiana de Santa Maria. Tivemos um final de semana único, acompanhamos as apresentações que foram feitas em algumas cidade da Quarta Colônia, além da apresentação no Ginásio Poliesportivo. Acredito que essa foi uma situação interessante para a escola de patinação.


DeR – Tem mais alguma coisa que gostarias de contar?
Andréia – A participação no Carnaval do ano de 2001, quando fui a garota Xamego. Foi uma experiência nova e única. Os ensaios, a equipe, as pessoas envolvidas, as fantasias tudo foi muito bom e bonito, conheci muitas pessoas legais e me diverti muito durante esse período.

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