Clube Dores

O caminho para se gostar

Publicada em 11 de abril de 2017.

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Até que os filhos começassem a frequentar a academia, a associada Íria de Fátima Wied Rodrigues jamais cogitou a possibilidade de praticar musculação. Magra por natureza, pesava 45kg, distribuídos em seus 1,49m. Em termos de IMC (Índice de Massa Corporal), ela estaria dentro na normalidade, mas não era assim que a associada se sentia.

Íria conta que era comum ouvir das amigas como deveria ser bom ser magra, mas ela não pensava assim. “Quando tu é muito magra, nem tudo fica bom, de roupa. Então, eu ia vestir uma calça e não dava, porque faltava aqui. A gente se sente mal”, recorda. Ela lembra que seu desejo sequer era ficar bonita, mas olhar no espelho e gostar do que via. Se gostar, em suas palavras.

Ao ingressar na academia, a associada foi atendida pela instrutora Angélica Rodrigues. “Ela me perguntou o que eu queria fazer e eu disse ‘Eu quero aumentar glúteo, quero aumentar, né, bumbum, eu quero aumentar!’”, relembra a dorense. Para ela, o mais difícil era acordar as 6h da manhã, pois seu único horário disponível é antes de ir para o trabalho.

Outra dificuldade enfrentada por Íria foi o próprio ato de levantar peso. Ela conta que a instrutora animava — “Tem que erguer peso, “Não pode ter preguiça de erguer peso”, “Tem que botar mais carga” — e, com o passar do tempo, a associada percebeu que já aumentava suas cargas por conta própria. A persistência, segundo ela, é um dos fatores mais importantes.

Passou mais de um ano, até que Íria percebeu o resultado e, de fato, começou a gostar do que via. “Não é duma hora para a outra que tu vai começar a sentir, né? [...] pra roupa começar a ficar mais justa”, explica. Além da questão visual, a dorense garante que as frequentes dores na varizes, causadas pelo tempo que passa em pé no trabalho, passaram. ”Tinha dias que me doía muito as pernas e, com os exercícios, foi terminando a dor. Isso me incentivou mais ainda [...] As varizes continuam ali, mas eu não tenho mais dor nas pernas”, afirma entre risos.

Segundo Íria, o tratamento recebido no Dores foi preponderante para seu sucesso. “A Angélica e o Enzo [Rodrigues, instrutor da academia] são bem para cima, mantém o ambiente sempre muito agradável”, garante. Para quem quiser seguir o caminho para “se gostar”, a associada aponta o norte: “[A dificuldade] É só pra sair de casa, que é difícil, pra ti levantar da cama’. Levantou da cama, depois é muito bom. Eu amo fazer academia”.

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